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Written by LGphotography in Viagem / Voyage on May 12nd 2011 at 03:41 PM

PORTUGUÊS
Depois de divulgar as fotos feitas no Pantanal durante a viagem organizada pelo agente Douglas Fischer (douglasbfischer@gmail.com) o ano passado, disponibilizei as imagens da primeira parte da viagem, que passou pelas áreas de Altinópolis, Costa Rica e pelos Parques Nacional das Emãs, p. Estadual das Nascentes do Rio Taquari, p. Natural Municipal Salto do Sucuriú, Templo dos Pilares, etc...
Pode conferir a seleção completa ali: http://www.lgphotography.fr/blog/Brazil/Mato-Grosso/Cerrado/galerie.html
O roteiro desenvolvido pelo Douglas ainda é pouco conhecido e a expedição tinha como objetivo abrir a rota para futuros turistas.
Além de esportes radicais, a região conta com vários sítios arqueológicos com inscrições rupestres, paisagens lindas, e principalmente uma ampla fauna muito diversificada. Em menos de 7 dias, incluído muitas horas só de transporte, fotografei mais de 90 espécies animais distintas, sendo 80 de pássaros. A região conta com a presença de várias espécies muito raras como o papagaio-galego, bacurau-de-rabo-branco, tiê-bicudo...
Quem tiver interesse em conhecer a região pode entrar em contato com o Douglas para um roteiro personalizado, ou com os ofícios de turismo das distintas cidades: scretariadesenvolvimento@bol.com.br , prefeituraalcinopolis@bol.com.br , turismo@costarica.ms.gov.br .
FRANÇAIS
Après avoir diffusé les photos réalisées dans le Pantanal à l’occasion de l’expédition organisée l’an passé par l’agent de voyage Douglas Fischer (douglasbfischer@gmail.com), je viens de publier les images de la première partie du voyage, effectuée dans la région de Altinópolis, Costa Rica e des Parcs p. Nacional das Emãs, p. Estadual das Nascentes do Rio Taquari, p. Natural Municipal Salto do Sucuriú, Templo dos Pilares, etc...
La sélection complète est visible ici : http://www.lgphotography.fr/blog/Brazil/Mato-Grosso/Cerrado/galerie.html
L’itinéraire développé par Douglas est encore peu connu et l’objectif de l’expédition était de préparer le circuit pour les futurs touristes.
En plus des sports radicaux, la région dispose de nombreux sites archéologiques avec peintures rupestres, de merveilleux paysages, et surtout une faune particulièrement diversifiée. En moins de 7 jours, dont de nombreuses heures de transport d’un site à l’autre, j’ai photographié plus de 90 espèces animales différentes, dont 80 oiseaux. La région est habitée par plusieures espèces trÈs rares, en grand danger d’extinction comme l’Amazone à tête jaune, l’Engoulevent à ailes blanches, ou encore le Tangara de Berlioz…
Ceux qui souhaiteraient découvrir la région peuvent contacter Douglas pour un circuit touristique personnalisé, ou encore les office de tourisme des principales villes : scretariadesenvolvimento@bol.com.br , prefeituraalcinopolis@bol.com.br , turismo@costarica.ms.gov.br .



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Written by LGphotography in Viagem / Voyage on April 11st 2011 at 08:34 PM
PORTUGUÊS
Depois de um longo período de inatividade devido a um projeto que me ocupou bastante, volto a publicar no blog.
Pois, atualizei minha galeria de fotos do Pantanal ( http://www.lgphotography.fr/blog/Brazil/Mato-Grosso/Pantanal/galerie.html ) incluindo novos registros realizados durante uma viagem organizada por Douglas Fisher (douglasbfischer@gmail.com), no cerrado (logo as fotos do Parque da Emãs e da área) com término no Pantanal, em Coxim.
Pode conferir a seleção completa das fotos realizadas durante essa expedição nesse link: http://www.lgphotography.fr/blog/Brazil/Mato-Grosso/Pantanal/New-07-2010/galerie.html
Vou comentar a primeira foto, das Araras amarelas com fundo branco. É sobre o mesmo fundo branco que vou comentar, pois, ele é totalmente “natural”, sem nenhum tratamento.
A técnica é simples e aproveita a combinação de dois elementos geralmente considerados com desfavoráveis à fotografia: o mal tempo e a capacidade limitada das câmeras em registrar todas as tonalidades, do mais claro ao mais escuro.
Pois é, o alcanço dinâmico (dynamic range) das câmeras, que define a amplitude das tonalidades registráveis, é muito menor que dos olhos. Ou seja, a câmera não consegue registrar o que os olhos enxergam. Os tons mais escuros ficam pretos e os mais claros brancos, enquanto os olhos ainda distinguem detalhes. Em outro artigo, veremos como melhorar o alcanço dinâmico das câmeras, mas hoje, vamos ver como aproveitar essa lacuna.
Na verdade, já falei o suficiente para entender o principio... É bastante simples na prática: com tempo um pouco cinza, nublado, ou na contra-luz, o tema fotografado geralmente sai escuro nas imagens, enquanto o céu fica quase branco, sem detalhes, o que faz a decepção do fotógrafo.
Pois, em vez de deixar de fotografar, ou realizar imagens sem a graça do céu azul com luz bacana, a dica é super-expor para aproveitar aquele céu “quase branco”. Ele vira um fundo branco perfeito para valorizar o tema.
A melhor opção para expor “corretamente” é passar para o modo “spot” (também chamado de “ponto central”) é medir a exposição bem no tema antes de enquadrar e clicar. Até pode-se aumentar ainda a exposição de 0,3 a 1 ponto via a correção de exposição da câmera.
O resultado é um temo bem exposto, luminoso e colorido com um fundo branco igual à foto de estúdio!
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FRANÇAIS
Après une longue période d’inactivité due à un projet qui a occupé une bonne part de mon temps, je reprends les publications sur mon blog.
Voilà, je viens d’actualiser ma galerie de photos du Pantanal ( http://www.lgphotography.fr/blog/Brazil/Mato-Grosso/Pantanal/galerie.html ) en y ajoutant des images réalisées à l’occasion d’une expédition organisée par Douglas Fisher (douglasbfischer@gmail.com), à travers le Cerrado (photos à venir) et qui se terminait dans le Pantanal, aux alentours de Coxim.
Vous pouvez visualiser la sélection des photos réalisés en suivant ce lien : http://www.lgphotography.fr/blog/Brazil/Mato-Grosso/Pantanal/New-07-2010/galerie.html
Je vais commenter la première photo, des aras bleus sur fond blanc. C’est précisément ce fond blanc qui va faire l’objet de mon explication. En effet, celui-ci est totalement ‘‘naturel’’, c’est à dire, n’ayant fait l’objet d’aucune retouche.
La technique est en fait très simple et tire profit de deux éléments généralement considérés comme défavorables : le mauvais temps et la capacité limitée des appareils à enregistrer l’ensemble des tonalités, des plus claires aux plus sombres.
En effet, la ‘‘dynamique’’ des appareils, qui définit l’amplitude des tonalités enregistrables, est nettement inférieure à celle des yeux. Autrement dit, l’appareil-photo n’est pas capable de reproduire exactement ce que les yeux voient : les tons les plus sombres ressortent complètement noirs et les plus clairs totalement blancs alors que les yeux distinguent plus de détails. J’aborderai le sujet dans un futur article où j’expliquerai comment améliorer la dynamique enregistrable, mais aujourd’hui nous allons voir comment profiter de cette lacune.
Á vrai dire, j’en ai déjà écris assez pour que le principe soit évident… En pratique, c’est très simple : avec un temps gris, nuageux, ou un bon contre-jour, le sujet d’une photo apparait généralement sombre alors que le ciel est quasi blanc, sans détails, et fait la malheur du photographe.
Eh bien, au lieu de laisser tomber ou de se contenter d’images fades sans la saveur d’un jolie ciel bleu et d’une belle lumière, le truc est de surexposer pour profiter de ce ciel ‘‘presque blanc’’. Ainsi, il forme fond réellement blanc, parfait pour valoriser le sujet.
La meilleur option pour exposer ‘‘correctement’’ la photo est la mode ‘‘spot’’ (ou ‘‘mesure centrale’’) et mesurer l’exposition sur le sujet, avant d’encadrer et cliquer. On peut éventuellement augmenter encore un peu l’exposition de 0,3 à 1 point via la correction d’exposition.
Le résultat est un sujet bien exposé, coloré et lumineux, avec un fond blanc identique à celui d’une photo en studio.

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Written by LGphotography in Viagem / Voyage on June 23rd 2010 at 03:11 PM
Fui novamente para o Pantanal. Dessa vez, escolhi o Pantanal Norte em abril, para registrar o período da cheia. Pode conferir a seleção das melhores fotos ai: http://www.lgphotography.fr/blog/Brazil/Mato-Grosso/Pantanal/New-2010/galerie.html
Je suis retourné photographier le Pantanal. Cette fois-ci, j’ai choisi le Pantanal Nord en avril, pour photographier la ‘‘cheia’’, c'est-à-dire le moment où la région est inondée. Vous pouvez retrouver les meilleures photos ici : http://www.lgphotography.fr/blog/Brazil/Mato-Grosso/Pantanal/New-2010/galerie.html
New picts from Nothern Pantanal, taken in april, during the wet season: http://www.lgphotography.fr/blog/Brazil/Mato-Grosso/Pantanal/New-2010/galerie.html



PORTUGUÊS
Vou comentar a foto abaixo, que é a mais complexa tecnicamente.
Pois é, combina velocidade lenta e uso do flash.
A foto foi tirada no zoom máximo da minha tele (400 mm, eq. 600 mm), com abertura máxima nessa distância focal (f/5,6), ISO 800, velocidade de 1/125s e balanço de brancos puxado manualmente para os tons amarelo e rosa. O flash foi disparado, no modo TTL com correção de -1,3 iL.
O ajuste foi o mesmo que teria usado para registrar o por de sol (com câmera no tripé, pois, 1/125 s. com 600 mm não permite realizar uma foto nítida sem tripé, mesmo com estabilizador), mas foi combinado com o uso do flash (com Better Beamer, cf. http://blog.lgphotography.fr/mindo-ecuador-a1226775 ) que permitiu congelar o vôo dos papagaios e iluminá-los para que não apareçam só como silhuetas pretas.
No pôs-tratamento, eu tive que eliminar a mancha branca nos olhos, devida ao uso do flash.
O resultado é uma foto que combina as cores do por do sol com os papagaios corretamente expostos, coloridos e focados.
FRANÇAIS
Je vais commenter la photo ci-dessous, qui est la plus complexe techniquement parmi celles que j’ai choisies pour illustrer cet article.
En effet, elle combine vitesse lente et utilisation du flash.
La photo a été prise à la focale maximum do mon téléobjectif (400 mm, eq. 600 mm), à son ouverture maximale (f/5,6), 800 ISO, temps de pause de 1/125s. et balance des blancs poussée manuellement vers les tons jaunes et roses. Le flash a été utilisé en mode TTL, avec correction d’exposition de -1,3EV.
A vrai dire, les réglages utilisés sont ceux que j’aurais choisis si j’avais simplement voulu photographier le coucher de soleil (appareil sur trépied, bien-entendu, car à 600 mm, même avec stabilisateur, une vitesse de 1/125s. aurait été insuffisante pour éviter le flou de bouger à main levée). C’est l’usage du flash (avec Better Beamer, cf. http://blog.lgphotography.fr/mindo-ecuador-a1226775 ) qui a permis de congeler le vol des perroquets et de les éclairer afin d’en faire ressortir les couleurs malgré le contre-jour.
En post-traitement, j’ai éliminé la lumière blanche du flash reflétée dans les yeux des oiseaux.
Le résultat est une photo qui allie les couleurs du coucher du soleil avec les perroquets correctement exposés, colorés et nets.
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Written by LGphotography in Viagem / Voyage on May 8th 2010 at 10:25 PM

Novas fotos estão disponíveis no meu álbum online: http://www.lgphotography.fr/blog/Ecuador/Mindo/galerie.html
São fotos tiradas em Mindo, no Equador. A região é famosa pela quantidade e diversidade de pássaros que ela abriga.
No álbum, pode conferir uma seleção de fotos de uma grande variedade de beja-flores, pássaros, borboletas, mas também alguns mamíferos, várias plantas bonitas e paisagens típicas.
Pode também conferir todas as fotos tiradas ali (820): http://lgphotography.atpic.com/mindo
De nouvelles photos sont en ligne dans mon album: http://www.lgphotography.fr/blog/Ecuador/Mindo/galerie.html
Ce sont des images réalisées dans la région de Mindo en Équateur, réputée pour la quantité et la diversité des oiseaux qu’elle abrite.
Dans cet album, vous trouverez une sélection de photos de nombreuses espèces de colibris, oiseaux en général, papillons, mais aussi de quelques mammifères, de belles plantes tropicales, et des paysages typiques.
Vous pouvez aussi voir la totalité des 820 photos prises ici : http://lgphotography.atpic.com/mindo
New pictures are online in my photo-album : http://www.lgphotography.fr/blog/Ecuador/Mindo/galerie.html
These are photographs taken around Mindo, in Ecuador. The region is famous for the quantity and variety of birds living there.
In the album, you can see a selection of pictures of many species of hummingbirds, birds, butterflies, and even some mammals, beautiful tropical plants, and typical countrysides.
You can also see all the 820 pictures taken there: http://lgphotography.atpic.com/mindo


PORTUGUÊS
Vou aproveitar para dar alguma dica básica para foto de animais.
O que geralmente surpreende bastante meus alunos quando falo, é o uso do flash. Embora a luz do dia esteja amplamente suficiente para iluminar os animais, eu procuro usar o flash sempre que possa.
É preciso esquecer-se de todas as regras de distância, numero guia e tal: o flash só serve como preenchimento, para acrescentar um pouco a luz que ilumina o tema, pois, mesmo a longa distância, sempre tem um resíduo de luz que chega.
O flash permite realçar as texturas das plumas ou dos pelos, e acho que reduz também (pouco) o desfoque de movimento do fotógrafo.
Claro, o efeito é melhor com um flash dedicado, que ainda pode ser acoplado com um acessório chamado de Better Beamer, que aumenta um pouco seu range.
Com esse equipamento, ajusto a correção de exposição do flash entre -1,3 e -1,7 pontos, e a da câmera entre 0 e +0,7. N na maioria das vezes uso uma abertura de f/8, f/7,1, que com o uso do tele de 400 mm e ISO entre 200 e 800, é geralmente suficiente para focar o animal inteiro, desfocar o fundo, e conseguir uma velocidade que limita o risco de foto tremida.
Pois, já que trabalho com uma Sony, está estabilizada. Talvez quem trabalha sem estabilizador precise abrir um pouco mais ou aumentar levemente o ISO.
FRANÇAIS
Les conseils pratiques que je vais proposer aujourd’hui concernent la photo animalière.
Ce qui généralement surprend beaucoup mes élèves lorsque j’aborde le sujet est l’utilisation du flash. Bien qu’une bonne lumière du jour soit amplement suffisante pour illuminer les animaux photographiés, j’utilise le flash dès que c’est possible.
Il faut oublier toutes les règles habituelles liées à la distance, au nombre guide, etc. : le flash est utilisé en fill-in, pour augmenter légèrement la quantité de lumière qui éclaire le sujet et même à longue distance, il y a toujours un résidu de lumière qui atteint le sujet.
Le flash permet de rehausser les textures des plumes ou poils, et j’estime qu’il permet aussi de réduire (un peu) les risques de flou de bouger.
Le résultat est clairement meilleur avec un flash dédié et peut encore être amélioré en utilisant un accessoire appelé Better Beamer, une sorte de loupe qui augmente un peu le range du flash.
Ainsi équipé, j’ajuste la correction d’exposition du flash entre -1,3 et -1,7 iL, et celle de l’appareil entre 0 et +0,7 en conditions normales. J’utilise le plus souvent une ouverture de f/8 ou f/7,1 qui, à 400 mm, avec une valeur ISO comprise entre 200 et 800, est généralement suffisante pour que l’animal entier soit net avec un fond flou ; et permet de travailler à une vitesse qui limite le risque de flou de bouger.
Je dois préciser que je travaille avec un reflex Sony stabilisé. Peut-être que ceux qui ne disposent pas du stabilisateur devront ouvrir un peu plus ou augmenter légèrement la sensibilité ISO.
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